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Textos com Etiquetas ‘ação’

Santiago, Chile – Reivindicação da sabotagem à linha férrea do metrô 4A

27, novembro, 2017 Sem comentários

via Contra Info

Na madrugada de segunda-feira, 20 de novembro, as linhas férreas da linha 4A do metrô de Santiago, na altura da estação do metrô La Granja1 foram sabotadas com material concreto e contundente. Não podíamos permitir que no dia seguinte da sua festividade eleitoral democrática as coisas seguissem seu curso normal. É que para nós não nos basta apenas chamar para não votar, decidimos nos posicionar contra o Estado e suas lógicas de controle e dominação sobre nossas vidas. Somos contra o Estado, uma das maiores expressões do exercício da autoridade que tortura e reprime; somos contra sua democracia, com as ilusões de mudança social oferecidas pelos poderosos e assumidas pela cidadania.

Nossa opção neste e todos os processos eleitorais é a subversão permanente que indica que uma vida livre se cria com a destruição da ordem autoritária e a violência necessária contra os opressores e suas estruturas de poder.

Com esta ação de sabotagem estendemos e enviamos saudações e cumplicidade solidária a todxs aquelxs que desta calçada enfrentam o poder e seus defensores.

Axs nossxs companheirxs sequestradxs nas prisões da democracia: Nataly, Juan e Enrique nesta semana onde o estado e suas autoridades farão sentir todo seu castigo. A Marcelo Villarroel, Juan Aliste, Freddy Fuentevilla, Joaquín García, Natalia Collao, Sol Vergara.

Solidariedade com xs companheirxs presxs na operação scripta manent, axs nossxs irmãxs da Conspiração das Células de Fogo e ao companheiro anárquico Konstantinos Yagtzoglou, axs companheirxs perseguidxs pelo estado brasileiro na operação érebo.

Contra o estado e sua democracia
Nossa única eleição é a violência organizada pela libertação total.

Banda de Sabotagem Santiago “Brujo” Maldonado

  1. “Alta afluencia de pasajeros en Línea 4A del Metro tras problemas de frecuencia”. Bio Bio Chile, 20 de Novembro de 2017.

Viña Del Mar, Chile – Bloqueio de rua no dia das eleições

26, novembro, 2017 Sem comentários

Recebido via correio eletrônico dia 25/11, traduzido e difundido o comunicado/grito de raiva dxs companheirxs que realizaram o bloqueio de rua dia 19 de novembro de 2017 na cidade de Viña del Mar, V Região do território dominado pelo estado $hileno no contexto do dia do primeiro turno da votação das eleições presidenciais.

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Cada floresta cortada, cada lago e rio que seca, cada colina devastada, cada espécie que foi extinta, cada manx que cai no crack, que são reprimidxs e atacadxs pela polícia e que atravessam e vivem o abismo carcerário, cada Peñi1 e Lamgien2 atacadx, torturadx e muertx em Wallmapu3, cada criança abusada por um padre, cada criança violada e morta no Sename4
Cada uma, e muitas mais destas misérias que são endossadas pela violência e pela própria existência do estado, são também as misérias que endossam aqueles que acreditam e perpetuam a democracia.

Porque os cidadãos não se sensibilizam?
Porque os cidadãos não se importam?
Porque os cidadãos se recusam a ver?

E diante desta fúnebre e podre paisagem paramos e enfrentamos a submissão e indiferença cidadã e a sua covarde e cômoda desconexão com a realidade, para reapropriarmos de nossas vidas e de tudo o que nos roubaram.

Não nos submeteremos a nada nem ninguém,
Contra o estado em todas as suas formas
Contra todx líder, hierarquia e autoridade

NOSSA ÚNICA ELEIÇÃO É A VIOLÊNCIA ORGANIZADA PELA LIBERTAÇÃO TOTAL

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  1. Irmão em mapudungum, idioma mapuche.
  2. Irmã em mapudungum, idioma mapuche.
  3. Wallamapu é o nome dado ao território ancestral Mapuche.
  4. Servicio Nacional de Menores, asquerosa instituição prisional para menores no $hile.
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Tampere, Finlândia – Quatro caminhões de uma indústria de laticínios incendiados

22, novembro, 2017 Sem comentários

via Bite Back

“14.11.17 – Gostaríamos de dedicar essa ação a todos xs nossxs amigxs seqüestradxs, ou axs que foram seqüestradxs em algum momento, incendiando 4 caminhões de uma das maiores empresas de laticínios da Finlândia, chamada Valio. A ação ocorreu em uma cidade chamada Tampere no amanhecer na terça-feira.

Muitas de nossas células queriam segmentar esta empresa faz muito tempo. Pensamos que não é necessário explicar muito o motivo da nossa seleção: a indústria de laticínios tem uma longa história de destruição, crueldade e tortura deste planeta, seus ecossistemas e seus habitantes. Como xs nossxs amigxs, as vacas e as florestas, que são cruelmente abusadas e mortas ou destruídas pela produção de leite.”

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Atlanta, Estados Unidos – Food Not Bombs de Atlanta não será interrompida pela polícia da GSU

22, novembro, 2017 Sem comentários

via It’s Going Down

A Food Not Bombs de Atlanta tem compartilhado alimentos gratuitos com qualquer pessoa com fome há mais de uma década. Acreditamos que a nossa necessidade de sustento não pode ser anulada pelo poder do Estado e que nenhuma autoridade deve poder impedir que alguém satisfaça suas necessidades de nutrição.

A polícia da Universidade Estadual da Georgia (GSU) iniciou uma campanha de assédio dirigida a quem procura compartilhar alimentos com pessoas no centro de Hurt Park. Eles afirmam que o fornecimento de comida é ilegal sem uma licença de estabelecimento de serviços de comida da cidade. As reivindicações legais dos policiais são confusas, contraditórias e, em última análise, falsas. O que se resume é que eles não querem pessoas sem-teto no parque, eles querem que eles vão para outro lugar.

Mas se forem forçados a sair do parque, os desabrigados não entrarão em um abrigo, já que a cidade finalmente ganhou a luta de um ano para fechar o maior abrigo de Atlanta. E eles certamente não irão para a habitação, em uma cidade onde a gentrificação e a especulação criaram o que muitos estão chamando de “crise da habitação acessível”. Desenvolvedores, administradores de universidades e planejadores de cidades não se preocupam com o fato de que não há lugar para pessoas pobres. No que diz respeito, os sem-teto são um incômodo para tratar o mesmo que os ratos e os pombos.

Os policiais já acusaram umx dxs nossxs voluntárixs com esse suposto crime, mas não vamos parar. Se o estado torna o compartilhamento ilegal, não temos escolha senão ser rotuladxs como criminosxs. Não apenas porque a nossa consciência exige, mas porque ajudar umxs axs outrxs é a única maneira de sobrevivermos. O Estado deve criminalizar-nos; em um mundo de paredes de prisão sempre em expansão e aprofundando a exploração para viver nossas vidas como acharmos adequados, todxs seremos rotuladxs como criminosxs.

Pedimos a todxs xs que se opõem a essa repressão que se oponham diretamente a ela: venha a Hurt Park no próximo domingo, 26 de novembro, às 02:30 e ocupe-a conosco. Traga qualquer coisa que você queira compartilhar: alimentos, recursos, serviços. Traga música, diversão e festividade. É hora de retomar de volta os bens comuns da universidade sempre em vias de avivar e mostrar que todas as formas de vida pública não serão uma mercadoria. Vamos mostrar que um parque cheio de pessoas que vivem uma vida que vale a pena viver um para x outrx é melhor do que um parque sanitizado pela polícia.

Gênova, Itália – Ação incendiária em solidariedade com companheirxs anarquistas

22, novembro, 2017 Sem comentários

via Contra Info

Gênova, 18.11.17: Há muita raiva e, por vezes, é suficiente muito pouco para que se transforme em fogo.


Raiva e fogo andam juntos e não esperam por dias de campo para se dar a conhecer, atingem pobres e ricos – de modo semelhante ao acontecido no G8 de Gênova ou no G20 de Hamburgo – mostrando a sua melhor face nessas ocasiões.

O fogo e a raiva atuam, apenas, não preparam o terreno para a revolução, não procurando adeptos entre as massas, olhando tristemente para uma sociedade em que não têm nada a pedir à sua própria existência.

Fogo e raiva: o primeiro um elemento, o segundo um sentimento, é preciso pouco para levá-los a se unir, somente um pouco de coragem, deixando depois sair um grito que perfura o manto da apatia na qual esta sociedade moribunda está agora envolvida e viciada.

Gritos de vingança pelas as dezenas de milhares de migrantes que morrem tentando atravessar as fronteiras espalhadas por todo o mundo.

Gritos à devastação e saqueis pelos Estados e multinacionais em nome do progresso.

Gritos que aquecem os corações das nossas irmãs e irmãos anarquistas em todo o mundo.

Catástrofes são os dias em que nada é feito contra a brutalidade dos governos!

Para xs companheirxs anarquistas, presxs da Op. Scripta Manent, para o prisioneiro anarquista em greve de fome Davide Delogu, para xs companheirxs de Florença, alguns carros foram destruídos pelo fogo, incluindo um do Serviço Consular italiano.

VIVA A ANARQUIA

Croce Nera Anarchica

Schleswig-Holstein, Alemanha – Carro da polícia é incendiado em solidariedade com xs companheirxs presxs

16, novembro, 2017 Sem comentários

via Insurrection News

Flensburg, 10 de Novembro de 2017

Na noite de 10.11.2017, um carro de patrulha na delegacia de Harrislee (região de Flensburg) foi incendiado.

Solidariedade com xs presxs do G20 do processo iniciado semana passada.

Liberdade para Fabio, Christian e todxs xs outrxs companheirxs afetadxs pela repressão!

Liberdade para todxs xs presxs políticxs, vocês não serão esquecidxs!

*Nota da tradução: Essa ação foi originalmente postada no CMI da Alemanha mas foi removida devido à censura.

Melbourne, Austrália: Relatos sobre o Dia de Ação em solidariedade com xs refugiadxs na Ilha de Manus

10, novembro, 2017 Sem comentários

via Insurrection News

08.11.17: RISE: Refugee Survivors and ex-Detainees pediram um Dia de Ação, em 07 de novembro, em solidariedade com xs mais de 600 refugiadxs que atualmente são presxs dentro do antigo centro de detenção do governo australiano na Ilha Manus, em Papua Nova Guiné. O governo australiano prendeu xs homens em Manus como parte de sua desprezível política de detenção obrigatória para todos xs refugiadxs que tentaram entrar nos territórios australianos por barco.

O centro de detenção foi oficialmente fechado pelo governo australiano e todos os serviços essenciais foram cortados, incluindo água e eletricidade. A polícia e os militares de Papua Nova Guiné têm impedido que alimentos e outros itens essenciais entrem no centro de detenção. O governo australiano está se recusando a assumir qualquer responsabilidade ou obrigação de cuidar dxs refugiadxs e bloqueou ativamente outros países de aceitá-lxs, insistindo que xs homens devem se deslocar para um novo centro que foi construído em Manus. Este centro não é seguro nem está equipado para atender às necessidades dxs refugiadxs que têm medo de serem atacadxs por pessoas que não querem xs refugiadxs em suas comunidades. Como resultado desta situação, xs 600 homens se recusam a deixar o centro de detenção australiano e pediram à comunidade internacional para intervir e ajudá-los. As condições dentro do centro de detenção são sombrias – sem comida, sem água, sem esgoto, sem eletricidade e sem instalações médicas.

O Dia de Ação foi convocado para 07 de novembro para coincidir com a anual Melbourne Cup, um evento de corrida de cavalos internacional de alto padrão, para gerar a máxima publicidade. Em Narrm/Melbourne, xs ativistas responderam ao chamado com uma série diversificada de ações…
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Faixa #SanctionAustralia colocada RISE e voluntários na frente da Pista de Flemington (onde se realiza a Melbourne Cup), bem como as estradas de pedágio East Link e City Link.

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Nos arredores de Narrm/Melbourne, uma faixa que se lê ‘SAFETY 4 MANUS MEN’ (SEGURANÇA AXS HOMENS EM MANUS) foi colocada em uma ponte ao longo da rodovia para a cidade provincial Geelong.

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Nos subúrbios do nordeste de Narrm/Melbourne, uma faixa que se lê ‘MANUS=CRIME’ foi colocada ao lado de uma movimentada rodovia. (enviada anonimamente)

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No Pista de Flemington onde a Melbourne Cup estava sendo realizada, duas mulheres ativistas do grupo WACA (Whistleblowers, Activists & Citizens Alliance) entraram em um canteiro de obras nas terras do hipódromo e escalaram uma grua que dominava o meio do estádio, onde desenrolavam uma faixa que se lê ‘SOS: EVACUATE MANUS NOW!’ (SOS: EVACUAR MANUS AGORA!). As mulheres conseguiram negociar com a polícia com sucesso e concordaram em descer da grua sob a condição de que não fossem presas e que a faixa ficaria na grua. WACA divulgou mais tarde uma declaração sobre a ação, aqui vai um trecho dele:

“Estamos nos juntando a outrxs em toda a Austrália para exigir que o governo retire xs homens em Manus imediatamente e xs traga à segurança para processamento.

Isso é uma emergência. Isso é uma crise humanitária. Nos recusamos a sentar, enquanto o Governo, com a cumplicidade do Partido Trabalhista, coloca em risco mais de 600 vidas masculinas.”
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Também na Pista de Flemington, as membras da WACA correram para o próprio hipódromo e desenrolaram uma grande faixa que dizia ‘FREE THE REFUGEES! (LIBERTEM XS REFUGIADXS) antes de ser retirada pela segurança.

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No Ascot Vale, um grupo de anarquistas causou grandes distúrbios nos trens de transporte das pessoas para a Melbourne Cup ao bloquear as vias férreas com um carro. O carro estava coberto com palavras em solidariedade com xs homens em Manus e contra as políticas bárbaras do governo australiano em relação axs refugiadxs. Uma mulher se fechou dentro do carro e os pneus do carro foram perfurados para dificultar a remoção dos trilhos. Sinais e uma faixa foram colocadas destacando o cruel tratamento dxs refugiadxs da Austrália e também a celebração da Melbourne Cup em Melbourne, um evento que glorifica a crueldade com os animais. A polícia atendeu o chamado e começou a tarefa demorada de tirar a mulher do carro e retirar o carro dos trilhos do trem, resultando em atrasos nos serviços de trens para a Melbourne Cup. Infelizmente, 4 companheirxs foram presxs, ainda não se sabe as acusações estão enfrentando, no entanto, todxs xs 4 foram soltxs mais tarde naquele dia.

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Moscou, Rússia – Marcha anarquista ilegal no Centenário da Revolução

10, novembro, 2017 Sem comentários

via Insurrection News

Apesar dos reforços policiais no centro da capital, em uma noite fria de novembro (06.11.17), dezenas de anarquistas marcharam no centenário da revolução. Perto da estação de metrô de Chistye Prudy, xs anarquistas levavam uma faixa que dizia: “Ditadura, Pobreza e Corrupção, Somente Um Caminho – Revolução!”, E marchou rapidamente através das ruas escuras, com gritos que pediam luta de classes, solidariedade, revolução social e a construção de um mundo novo e justo.

A ação não foi autorizada – não consideramos necessário pedir permissão às autoridades para marchar na rua. Podemos caminhar e respirar mais livremente sem o acompanhamento de um comboio policial. Além disso, nas condições atuais da ditadura, as pessoas são encorajadas a participar de ações coordenadas pelas autoridades, onde todos os participantes serão registrados e monitorados pela polícia – estupidez e provocação.

Lembrem-se, a verdadeira revolução social da libertação que xs anarquistas e xs revolucionárixs do passado sonharam não é deixada no passado, mas está esperando no futuro. A revolução é a única solução para resolver todas as contradições e problemas que o sistema capitalista gera. A luta contra as manifestações individuais do capitalismo e do estado como a pobreza, a corrupção, a ilegalidade policial e a arbitrariedade das autoridades não têm perspectivas, a menos que tenhamos em conta a verdadeira fonte de doenças sociais – o estado e o capitalismo. Caso contrário, ao tentar resolver contradições sociais ao mudar o governo sem destruir o estado e criar um novo sistema democrático, novos ladrões e ditadores simplesmente substituirão os antigos – o que é provado pelas experiências das duas revoluções de 1917. E, claro, isso precisa ser levado em consideração no futuro.

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Chambéry, França – Carros dxs carcereirxs foram incendiados

10, novembro, 2017 Sem comentários

via Insurrection News


Nos últimos dias, os carcereiros da prisão de Chambéry receberam uma resposta sobre a violência diária que infligem xs prisioneirxs. Em três ocasiões, encontraram seus veículos pessoais, que estavam estacionados em frente à prisão, em cinzas.

Na noite de quarta-feira (02/11) para sexta-feira (03/11), o carro de um carcereiro foi-se em chamas. O mesmo carcereiro já viu seu primeiro carro destruído pelas chamas alguns meses atrás. Poucas noites antes, na noite entre terça-feira (24/10) e quarta-feira (25/10), era o carro de um dos seus colegas carrascos que havia sido incendiado. Os policiais dizem que, na noite de um desses ataques, câmeras de vigilância perto da prisão filmaram duas pessoas em motocicletas usando máscaras do ‘Pânico’.

O sindicato dos carcereiros está se queixando para a administração da prisão, exigindo que o “estacionamento fechado e seguro” seja especialmente construído para que eles estacionem seus carros.

Fogo nas prisões e propriedades daqueles que trabalham para eles!

Santiago, Chile – Desativado artefato explosivo contra sede do PPD a dias das eleições presidenciais

2, novembro, 2017 Sem comentários

via Noticias de la Guerra Social

Durante a madrugada de 31 de outubro de 2017 mãos anônimas  deixaram um artefato explosivo na sede do Partido por la Democracia (PPD), localizado no cruzamento das ruas Santo Domingo e Almirante Barroso em pleno centro de Santiago.

Por volta das 04:30 da manhã, vizinhos notaram a existência de um objeto suspeito, chamando a polícia que decidiu acordar toda a  vizinhança e chamar o GOPE (Grupo de Operaciones Especiales) para desativar o artefato explosivo.

Depois de longas manobras por parte dos bastardos e sua maquinaria policial, finalmente tiveram que realizar duas detonações controladas para conseguir neutralizar a bomba caseira por volta das 06:00, suspendendo as aulas do colégio A-20, localizado perto da sede daquele partido político.

No lugar chegaram Labocar e o Ministério Público Metropolitano Sul – supostamente especialistas em casos de atentados incendiários/explosivos – para pesquisar e coletar diferentes provas e tomar declarações de testemunhas.

Determinou-se que o artefato explosivo caseiro era composto de um extintor cheio de um quilo e meio de pólvora, anexado a duas caixas cobertas com fita adesiva. O artefato seria ativado graças a dois relógios, mas estes falharam. No lugar também foram encontrados panfletos reivindicando o atentado, sem produzir nenhum detido.

O ataque explosivo ocorreu dias antes das eleições presidenciais de novembro, de modo que o presidente do PPD – Gonzalo Navarrete – num relâmpago de lucidez disse:“É um atentado à democracia”. O PPD é o partido que levou a transição policial durante os anos 90, atualmente compõe a nova maioria.

Já em 21 de maio de 2007, esta mesma sede havia sido atacada com um artefato explosivo que danificou fortemente uma de suas janelas, naquela mesma noite a “banda antipatriota Severino Di Giovanni” atentava contra a direção geral do trabalho.


Transcrição dos panfletos encontrados na região:
“Seguiremos avançando.A justiça das ruas não perdoa nem esquece.
Que se multiplique os ataques nos centros de poder!
Enquanto houver miséria, haverá rebelião.”

 

Vídeo da imprensa: Chilevision

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